Tratamento Endovascular para Câncer

Tratamento Endovascular para Câncer

A radiologia intervencionista oferece opções terapêuticas inovadoras e minimamente invasivas para pacientes oncológicos. O CIVE utiliza técnicas endovasculares avançadas para administração de quimioterapia, tratamento de tumores hepáticos e embolização de tumores em diversas localizações, proporcionando alternativas eficazes com menor impacto na qualidade de vida do paciente.

Técnicas modernas a serviço da oncologia

O tratamento endovascular para câncer engloba procedimentos minimamente invasivos realizados através de cateterismo arterial, que permitem entregar medicações quimioterápicas diretamente no tumor, bloquear o suprimento sanguíneo de lesões malignas ou criar acessos vasculares seguros para quimioterapia sistêmica.

Essas técnicas oferecem vantagens significativas: concentração maior de medicação no tumor com menor toxicidade sistêmica, redução do tamanho tumoral, controle de sintomas, preservação de órgãos e melhora da qualidade de vida. Em muitos casos, podem transformar tumores inoperáveis em operáveis ou oferecer alternativa quando outros tratamentos não são viáveis.

O CIVE trabalha de forma integrada com oncologistas, cirurgiões oncológicos e outros especialistas para oferecer as melhores opções terapêuticas endovasculares no contexto do tratamento multidisciplinar do câncer.

Procedimentos endovasculares oncológicos

  • Implante de Cateter para Quimioterapia

    Implante de Cateter para Quimioterapia

    O que é:
    Implante de cateter venoso central totalmente sob a pele (port-a-cath), que permite administração segura de quimioterapia, medicações endovenosas e coleta de sangue durante todo o tratamento oncológico, evitando múltiplas punções venosas.

    Componentes do sistema:
    - Cateter de silicone inserido em veia central (jugular ou subclávia)
    - Reservatório (port) implantado sob a pele do tórax
    - Membrana de silicone que permite punções repetidas

    Para quem é indicado:
    - Pacientes em quimioterapia prolongada
    - Quimioterápicos vesicantes (que causam necrose se extravasarem)
    - Veias periféricas de difícil acesso
    - Necessidade de múltiplas infusões ou coletas de sangue
    - Nutrição parenteral
    - Hemotransfusões frequentes

    Vantagens:
    - Conforto para o paciente (elimina punções venosas repetidas)
    - Segurança (evita extravasamento de quimioterápicos)
    - Totalmente implantado (não visível, não interfere com banho ou natação)
    - Durabilidade (pode permanecer por anos)
    - Menor risco de infecção que cateteres externos
    - Preserva veias periféricas

    Como é realizado:
    - Procedimento cirúrgico minimamente invasivo
    - Anestesia local com sedação consciente
    - Duas pequenas incisões (pescoço e tórax)
    - Guiado por ultrassom e radioscopia
    - Duração: 30-60 minutos
    - Alta no mesmo dia ou 24 horas

    Cuidados e uso:
    - Punção apenas por profissionais treinados
    - Uso de agulha especial (Huber)
    - Heparinização periódica quando não em uso
    - Pode permanecer mesmo entre ciclos de quimioterapia
    - Removível quando tratamento finalizar

    Complicações possíveis:
    - Infecção (rara, < 5%)
    - Trombose do cateter
    - Mau posicionamento
    - Todas manejáveis com acompanhamento adequado

    Acompanhamento: 
    Seguimento regular para verificar funcionamento, realizar manutenção e tratar precocemente qualquer complicação.

    Quimioembolização Hepática

    Quimioembolização Hepática

    O que é:
    Procedimento que combina quimioterapia localizada com embolização arterial para tratamento de tumores do fígado (primários ou metástases). A técnica entrega altas doses de quimioterápico diretamente no tumor enquanto bloqueia seu suprimento sanguíneo, potencializando o efeito terapêutico.

    Tipos de tumores tratados:
    - Carcinoma hepatocelular (CHC): Tumor primário do fígado
    - Metástases hepáticas: De câncer colorretal, mama, neuroendócrinos, outros
    - Colangiocarcinoma: Tumor das vias biliares intra-hepáticas

    Técnicas disponíveis:
    1. TACE Convencional (Transarterial Chemoembolization):
    - Mistura de quimioterápico com contraste oleoso (lipiodol)
    - Seguida de embolização com partículas
    Retém quimioterápico no tumor por semanas

    2. DEB-TACE (Drug-Eluting Beads):
    - Microesferas carregadas com quimioterápico
    - Liberação controlada da medicação
    - Menor toxicidade sistêmica
    - Técnica mais moderna

    Como funciona:
    1. Cateterismo arterial através da artéria femoral
    2. Navegação seletiva até artérias hepáticas
    3. Arteriografia para mapear vascularização tumoral
    4. Infusão superseletiva de quimioterápico nas artérias do tumor
    5. Embolização com partículas para bloquear fluxo sanguíneo
    6. Tumor recebe alta dose de quimioterapia e sofre isquemia (falta de sangue)

    Indicações:
    - Carcinoma hepatocelular não ressecável
    - Pacientes não candidatos a transplante hepático
    - Bridge para transplante (manter tumor controlado até transplante)
    - Downstaging (reduzir tumor para possibilitar cirurgia)
    - Metástases hepáticas selecionadas
    - Tumores neuroendócrinos com metástases hepáticas

    Vantagens:
    - Concentração de quimioterápico no tumor 10-100x maior que quimioterapia sistêmica
    - Menor toxicidade sistêmica
    - Preservação do fígado saudável
    - Pode ser repetida múltiplas vezes
    - Melhora sobrevida em carcinoma hepatocelular
    - Reduz tamanho tumoral em 60-80% dos casos
    - Controla sintomas de tumores hepáticos

    Procedimento:
    - Realizado em sala de hemodinâmica
    - Anestesia local com sedação ou anestesia geral (casos selecionados)
    - Internação de 1-3 dias
    - Pode causar síndrome pós-embolização (febre, dor, náusea) nos primeiros dias - bem controlada com medicação

    Contra-indicações:
    - Insuficiência hepática grave
    - Trombose completa de veia porta
    - Tumor extra-hepático extenso
    - Performance status muito debilitado

    Resultados:
    - Controle tumoral em 70-90% dos casos
    - Melhora de sobrevida comprovada em estudos
    - Pode tornar tumores operáveis
    - Geralmente necessárias múltiplas sessões (2-4) em intervalos de 4-8 semanas
  • Embolização de Tumores

    Embolização de Tumores

    O que é:
    Procedimento endovascular que bloqueia seletivamente o suprimento sanguíneo de tumores em diversas localizações do corpo, causando necrose tumoral (morte das células cancerígenas por falta de sangue), redução do tamanho da lesão e controle de sintomas.

    Princípio: 
    Tumores dependem de rica vascularização para crescer. Ao bloquear as artérias que nutrem o tumor, provoca-se sua necrose, enquanto o tecido saudável adjacente é preservado por circulação colateral.

    Tipos de tumores tratados:
    1. Tumores Renais:
    - Carcinoma de células renais
    - Embolização pré-operatória (reduz sangramento cirúrgico)
    - Tratamento paliativo em tumores irressecáveis
    - Controle de hematúria (sangramento urinário)

    2. Tumores Ósseos:
    - Metástases ósseas dolorosas
    - Tumores ósseos primários hipervasculares
    - Embolização pré-operatória
    - Controle da dor

    3. Tumores Pélvicos:
    - Tumores uterinos (leiomiossarcoma, outros)
    - Tumores de bexiga
    - Tumores de próstata avançados
    - Sarcomas pélvicos

    4. Tumores de Cabeça e Pescoço:
    - Paragangliomas (glomus jugular, carotídeo)
    - Tumores nasofaríngeos
    - Controle de epistaxe tumoral
    - Embolização pré-operatória

    5. Tumores de Partes Moles:
    - Sarcomas hipervasculares
    - Tumores de corpo vertebral
    - Hemangiomas gigantes sintomáticos

    6. Metástases em Outras Localizações:
    - Metástases pulmonares
    - Metástases cerebrais (casos selecionados)
    - Metástases adrenais

    Objetivos da embolização:
    Paliativo:
    - Controle de dor
    - Redução de sangramento
    - Controle de sintomas compressivos
    - Melhora de qualidade de vida

    Pré-operatório:
    - Redução do tamanho tumoral
    - Diminuição da vascularização (facilita cirurgia)
    - Redução de sangramento intraoperatório
    - Delimitação de margens tumorais

    Curativo (casos selecionados):
    - Pequenos tumores benignos
    - Tumores neuroendócrinos
    - Hemangiomas

    Técnicas e materiais:
    - Partículas de PVA (álcool polivinílico)
    - Microesferas calibradas
    - Molas metálicas (coils)
    - Cola biológica (NBCA, Onyx)
    - Álcool absoluto (casos específicos)
    - Escolha depende do tipo, localização e objetivo

    Como é realizado:
    - Cateterismo arterial (geralmente femoral)
    - Arteriografia diagnóstica para mapear tumor
    - Cateterização superseletiva da(s) artéria(s) do tumor
    - Embolização com material adequado
    - Arteriografia de controle
    - Duração: 1-3 horas conforme complexidade

    Vantagens:
    - Minimamente invasivo
    - Controle efetivo de sintomas
    - Redução tumoral em 40-70% dos casos
    - Melhora qualidade de vida
    - Pode ser combinado com outros tratamentos
    - Repetível quando necessário
    - Preserva tecidos saudáveis

    Internação:
    - 1-3 dias geralmente
    - Controle de dor pós-embolização
    - Síndrome pós-embolização (febre, dor, náusea) é comum e autolimitada

    Resultados:
    - Alívio de dor em 70-80% dos casos
    - Controle de sangramento em 80-90%
    - Redução tumoral variável conforme tipo
    - Melhora significativa de qualidade de vida
    - Pode facilitar ou viabilizar cirurgia posterior

    Combinação com outros tratamentos: 
    A embolização frequentemente é combinada com:
    - Quimioterapia sistêmica
    - Radioterapia
    - Cirurgia (antes ou depois)
    - Imunoterapia
    - Abordagem multidisciplinar para melhores resultados
hello world!

Doenças venosas que tratamos

  • Implante de Cateter para Quimioterapia

    Implante de Cateter para Quimioterapia

    O que é:
    Implante de cateter venoso central totalmente sob a pele (port-a-cath), que permite administração segura de quimioterapia, medicações endovenosas e coleta de sangue durante todo o tratamento oncológico, evitando múltiplas punções venosas.

    Componentes do sistema:
    - Cateter de silicone inserido em veia central (jugular ou subclávia)
    - Reservatório (port) implantado sob a pele do tórax
    - Membrana de silicone que permite punções repetidas

    Para quem é indicado:
    - Pacientes em quimioterapia prolongada
    - Quimioterápicos vesicantes (que causam necrose se extravasarem)
    - Veias periféricas de difícil acesso
    - Necessidade de múltiplas infusões ou coletas de sangue
    - Nutrição parenteral
    - Hemotransfusões frequentes

    Vantagens:
    - Conforto para o paciente (elimina punções venosas repetidas)
    - Segurança (evita extravasamento de quimioterápicos)
    - Totalmente implantado (não visível, não interfere com banho ou natação)
    - Durabilidade (pode permanecer por anos)
    - Menor risco de infecção que cateteres externos
    - Preserva veias periféricas

    Como é realizado:
    - Procedimento cirúrgico minimamente invasivo
    - Anestesia local com sedação consciente
    - Duas pequenas incisões (pescoço e tórax)
    - Guiado por ultrassom e radioscopia
    - Duração: 30-60 minutos
    - Alta no mesmo dia ou 24 horas

    Cuidados e uso:
    - Punção apenas por profissionais treinados
    - Uso de agulha especial (Huber)
    - Heparinização periódica quando não em uso
    - Pode permanecer mesmo entre ciclos de quimioterapia
    - Removível quando tratamento finalizar

    Complicações possíveis:
    - Infecção (rara, < 5%)
    - Trombose do cateter
    - Mau posicionamento
    - Todas manejáveis com acompanhamento adequado

    Acompanhamento:
    Seguimento regular para verificar funcionamento, realizar manutenção e tratar precocemente qualquer complicação.
  • Quimioembolização Hepática

    Quimioembolização Hepática

    O que é:
    Procedimento que combina quimioterapia localizada com embolização arterial para tratamento de tumores do fígado (primários ou metástases). A técnica entrega altas doses de quimioterápico diretamente no tumor enquanto bloqueia seu suprimento sanguíneo, potencializando o efeito terapêutico.

    Tipos de tumores tratados:
    - Carcinoma hepatocelular (CHC): Tumor primário do fígado
    - Metástases hepáticas: De câncer colorretal, mama, neuroendócrinos, outros
    - Colangiocarcinoma: Tumor das vias biliares intra-hepáticas

    Técnicas disponíveis:
    1. TACE Convencional (Transarterial Chemoembolization):
    - Mistura de quimioterápico com contraste oleoso (lipiodol)
    - Seguida de embolização com partículas
    Retém quimioterápico no tumor por semanas

    2. DEB-TACE (Drug-Eluting Beads):
    - Microesferas carregadas com quimioterápico
    - Liberação controlada da medicação
    - Menor toxicidade sistêmica
    - Técnica mais moderna

    Como funciona:
    1. Cateterismo arterial através da artéria femoral
    2. Navegação seletiva até artérias hepáticas
    3. Arteriografia para mapear vascularização tumoral
    4. Infusão superseletiva de quimioterápico nas artérias do tumor
    5. Embolização com partículas para bloquear fluxo sanguíneo
    6. Tumor recebe alta dose de quimioterapia e sofre isquemia (falta de sangue)

    Indicações:
    - Carcinoma hepatocelular não ressecável
    - Pacientes não candidatos a transplante hepático
    - Bridge para transplante (manter tumor controlado até transplante)
    - Downstaging (reduzir tumor para possibilitar cirurgia)
    - Metástases hepáticas selecionadas
    - Tumores neuroendócrinos com metástases hepáticas

    Vantagens:
    - Concentração de quimioterápico no tumor 10-100x maior que quimioterapia sistêmica
    - Menor toxicidade sistêmica
    - Preservação do fígado saudável
    - Pode ser repetida múltiplas vezes
    - Melhora sobrevida em carcinoma hepatocelular
    - Reduz tamanho tumoral em 60-80% dos casos
    - Controla sintomas de tumores hepáticos

    Procedimento:
    - Realizado em sala de hemodinâmica
    - Anestesia local com sedação ou anestesia geral (casos selecionados)
    - Internação de 1-3 dias
    - Pode causar síndrome pós-embolização (febre, dor, náusea) nos primeiros dias - bem controlada com medicação

    Contra-indicações:
    - Insuficiência hepática grave
    - Trombose completa de veia porta
    - Tumor extra-hepático extenso
    - Performance status muito debilitado

    Resultados:
    - Controle tumoral em 70-90% dos casos
    - Melhora de sobrevida comprovada em estudos
    - Pode tornar tumores operáveis
    - Geralmente necessárias múltiplas sessões (2-4) em intervalos de 4-8 semanas
  • Embolização de Tumores

    Embolização de Tumores

    O que é:
    Procedimento endovascular que bloqueia seletivamente o suprimento sanguíneo de tumores em diversas localizações do corpo, causando necrose tumoral (morte das células cancerígenas por falta de sangue), redução do tamanho da lesão e controle de sintomas.

    Princípio:
    Tumores dependem de rica vascularização para crescer. Ao bloquear as artérias que nutrem o tumor, provoca-se sua necrose, enquanto o tecido saudável adjacente é preservado por circulação colateral.

    Tipos de tumores tratados:
    1. Tumores Renais:
    - Carcinoma de células renais
    - Embolização pré-operatória (reduz sangramento cirúrgico)
    - Tratamento paliativo em tumores irressecáveis
    - Controle de hematúria (sangramento urinário)

    2. Tumores Ósseos:
    - Metástases ósseas dolorosas
    - Tumores ósseos primários hipervasculares
    - Embolização pré-operatória
    - Controle da dor

    3. Tumores Pélvicos:
    - Tumores uterinos (leiomiossarcoma, outros)
    - Tumores de bexiga
    - Tumores de próstata avançados
    - Sarcomas pélvicos

    4. Tumores de Cabeça e Pescoço:
    - Paragangliomas (glomus jugular, carotídeo)
    - Tumores nasofaríngeos
    - Controle de epistaxe tumoral
    - Embolização pré-operatória

    5. Tumores de Partes Moles:
    - Sarcomas hipervasculares
    - Tumores de corpo vertebral
    - Hemangiomas gigantes sintomáticos

    6. Metástases em Outras Localizações:
    - Metástases pulmonares
    - Metástases cerebrais (casos selecionados)
    - Metástases adrenais

    Objetivos da embolização:
    Paliativo:
    - Controle de dor
    - Redução de sangramento
    - Controle de sintomas compressivos
    - Melhora de qualidade de vida

    Pré-operatório:
    - Redução do tamanho tumoral
    - Diminuição da vascularização (facilita cirurgia)
    - Redução de sangramento intraoperatório
    - Delimitação de margens tumorais

    Curativo (casos selecionados):
    - Pequenos tumores benignos
    - Tumores neuroendócrinos
    - Hemangiomas

    Técnicas e materiais:
    - Partículas de PVA (álcool polivinílico)
    - Microesferas calibradas
    - Molas metálicas (coils)
    - Cola biológica (NBCA, Onyx)
    - Álcool absoluto (casos específicos)
    - Escolha depende do tipo, localização e objetivo

    Como é realizado:
    - Cateterismo arterial (geralmente femoral)
    - Arteriografia diagnóstica para mapear tumor
    - Cateterização superseletiva da(s) artéria(s) do tumor
    - Embolização com material adequado
    - Arteriografia de controle
    - Duração: 1-3 horas conforme complexidade

    Vantagens:
    - Minimamente invasivo
    - Controle efetivo de sintomas
    - Redução tumoral em 40-70% dos casos
    - Melhora qualidade de vida
    - Pode ser combinado com outros tratamentos
    - Repetível quando necessário
    - Preserva tecidos saudáveis

    Internação:
    - 1-3 dias geralmente
    - Controle de dor pós-embolização
    - Síndrome pós-embolização (febre, dor, náusea) é comum e autolimitada

    Resultados:
    - Alívio de dor em 70-80% dos casos
    - Controle de sangramento em 80-90%
    - Redução tumoral variável conforme tipo
    - Melhora significativa de qualidade de vida
    - Pode facilitar ou viabilizar cirurgia posterior

    Combinação com outros tratamentos:
    A embolização frequentemente é combinada com:
    - Quimioterapia sistêmica
    - Radioterapia
    - Cirurgia (antes ou depois)
    - Imunoterapia
    - Abordagem multidisciplinar para melhores resultados

Quando considerar tratamento endovascular oncológico

Implante de cateter para quimioterapia:

Início de tratamento quimioterápico prolongado
Necessidade de múltiplas infusões
Veias periféricas inadequadas
Quimioterápicos vesicantes

Quimioembolização hepática:

Carcinoma hepatocelular irressecável
Metástases hepáticas (principalmente neuroendócrinas e colorretal)
Bridge ou downstaging para transplante/cirurgia
Controle de tumor hepático sintomático

Embolização de tumores:

Tumores hipervasculares em diversas localizações
Preparação pré-operatória
Controle paliativo de sintomas (dor, sangramento)
Tumores irressecáveis

Tratamento integrado

01

Discussão multidisciplinar de casos

Avaliação conjunta para definir melhor estratégia terapêutica.

02

Planejamento individualizado

Cada caso é único e exige abordagem personalizada.

03

Integração de tratamentos

Combinação de terapias endovasculares com outras modalidades oncológicas.

04

Acompanhamento coordenado

Seguimento conjunto com oncologista e cirurgião vascular intervencionista.

Por que escolher o CIVE

Expertise em radiologia intervencionista

Equipe com formação e experiência em procedimentos endovasculares oncológicos complexos.

Tecnologia de ponta

Sala de hemodinâmica equipada com angiografia digital de alta resolução, materiais modernos de embolização.

Abordagem humanizada

Compreensão das necessidades do paciente oncológico, com suporte técnico e emocional.

Integração com oncologia

Trabalho conjunto com oncologistas para tratamento integrado e otimizado.

Experiência em casos complexos

Capacidade de realizar procedimentos tecnicamente desafiadores.

Acompanhamento contínuo

Seguimento pós-procedimento, avaliação de resposta, planejamento de sessões adicionais.

Opções avançadas para tratamento oncológico

Descubra como as técnicas endovasculares podem complementar seu tratamento contra o câncer, oferecendo alternativas eficazes e menos invasivas.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre tratamento endovascular para câncer
Não necessariamente. Em muitos casos, são complementares. A quimioembolização, por exemplo, pode ser usada isoladamente ou combinada com quimioterapia sistêmica.
São realizados com anestesia local e sedação. O desconforto pós-procedimento (síndrome pós-embolização) é controlável com medicação.
Varia: implante de cateter geralmente é ambulatorial; quimioembolização e embolizações exigem 1-3 dias.
Depende do tipo de tratamento e resposta. Quimioembolização geralmente requer 2-4 sessões. Embolizações podem ser únicas ou múltiplas.
Sim. Frequentemente esses procedimentos são combinados com quimioterapia sistêmica, radioterapia e cirurgia.
Muitos planos cobrem, especialmente quando há indicação oncológica clara. A equipe do CIVE pode auxiliar na documentação necessária.
Como todo tratamento oncológico, os resultados variam. No entanto, as taxas de resposta são significativas: controle tumoral em 70-90% dos casos de quimioembolização, controle de sintomas em 70-80% das embolizações.

Depoimentos

Excelente profissional, desde a primeira consulta, fase pré-operatório e na sala de cirurgia, com todo esclarecimento sobre o procedimento. Todos da equipe na sala cirúrgica muito atenciosa e paciente. Acompanhamento burocrático do agendamento da cirurgia e autorização do seguro saúde, bem assessorado.

Seixas

Fiz uma cirurgia vascular com o Dr. João ontem e só tenho a agradecer pelo excelente profissional e parabenizar toda a sua equipe, explicou muito bem como seria o procedimento, no dia da cirurgia fui muito bem tratado e a recuperação está sendo excelente. Podem confiar que estará com um excelente profissional.

Nelson Cesar Junior

Foi muita sorte ter encontrado Dr João. Agendei de forma aleatória no hospital, mas dei muita sorte. Desde a primeira consulta, ele foi extremamente atencioso e profissional. Pediu todos os exames, no retorno explicou com muita clareza todas as etapas do tratamento, tirando todas as minhas dúvidas e me deixando tranquila quanto ao procedimento. Ele foi transparente em relação às necessidades do meu caso, solicitou todos os exames pré-operatórios necessários e acompanhou de perto cada etapa do processo. A equipe também merece destaque, todos foram muito solícitos e cuidadosos. Ainda estou em fase de recuperação, mas me sinto segura e confiante de que fiz a melhor escolha possível. Recomendo o Dr. João de olhos fechados!

Tais Azevedo

A realização da desobstrução da fístula do meu pai ocorreu de modo excelente. Dr Matheus e equipe muito atenciosos e o procedimento teve um ótimo resultado.

Maria Padilha

Graças a Deus fui salvo pela Excelente Equipe Médica Vascular do Dr. Matheus Mannarino. Me submeti a uma cirurgia de correção endovascular de aneurisma de aorta toracoabdominal com endoprotese ramificada. Isso ocorreu em 25 de Junho 2024. Graças a Deus essa competente Equipe Médica apareceu na minha vida.

Jose P

Atendimento maravilhoso, consultório lindíssimo! Médico excelente!!!

Ricardo Stiebler

Médico e equipe muito atenciosos.

Fernanda Seabra Schanuel

Localização

Nos principais hospitais, unimos infraestrutura completa, conforto e tecnologia de ponta para cuidar de você com segurança.

Hospital Copa D'Or

R. Figueiredo Magalhães, 875 Térreo Copacabana, RJ

Hospital Caxias D'Or

Av. Brg. Lima e Silva, 821 Jardim Vinte e Cinco de Agosto, Duque de Caxias RJ

Hospital Quinta D'Or

R. Alm. Baltazar, 435 Imperial de São Cristóvão, Rio de Janeiro RJ, 20941-150

Hospital Glória D'Or

R. Santo Amaro, 80 Glória, Rio de Janeiro RJ, 22211-230

Dúvidas frequentes

A cirurgia endovascular é minimamente invasiva, realizada através de pequenas incisões com auxílio de cateteres. Oferece recuperação mais rápida, menor dor pós-operatória e menos cicatrizes visíveis.
Sintomas como dor nas pernas ao caminhar, inchaço persistente, varizes volumosas ou alterações detectadas em exames podem indicar a necessidade de avaliação especializada.
Varia conforme o procedimento. Cirurgias endovasculares geralmente permitem retorno às atividades em 3-7 dias. Procedimentos mais complexos podem requerer 2-4 semanas de recuperação.
Sim. Atendemos todos os planos de saúde credenciados na Rede D'Or, além de pacientes particulares.
Tratamos desde condições estéticas, como varizes, até procedimentos complexos, como aneurisma de aorta e obstrução de carótida.
Redes:
Telefone:
(21) 96661-9462
Email:
contato@cive.agenciadigitals.com.br
Redes:
Telefone:
(21) 96661-9462
Email:
contato@cive.agenciadigitals.com.br
Diretor 
técnico:
Tiago Coutas de Souza
CRM: 52.845.370 | RQE: 27.147
© 2025 CIVE
CNPJ: 15.556.354/0001-94
desenvolvido por
Diretor técnico:
Tiago Coutas de Souza
CRM: 52.845.370 | RQE: 27.147
© 2025 CIVE
CNPJ: 15.556.354/0001-94
desenvolvido por
Agendar
consulta
hello world!

Os maiores especialistas em cirurgia vascular e endovascular

Preencha os campos abaixo para iniciar seu atendimento

    data-aos="none"
    crossmenuchevron-down